Saltar para o conteúdo principal
FromNine
Menu

Consultoria

Decisões de arquitetura que se defendem.

Ajudamos a escolher o caminho certo antes de comprometer orçamento: uma visão clara do panorama atual, opções com as suas contrapartidas, registos de decisão e um roadmap que as equipas de projeto conseguem de facto seguir.

Para administrações e direções que decidem sobre plataformas, IA e cloud numa organização que opera em Portugal e noutros países europeus.

Arquitetura e consultoria: camadas de capacidadesTrês camadas sobrepostas em profundidade. De cima para baixo: o roadmap por vagas, as decisões e os respetivos registos, e o conhecimento dos objetivos e da situação atual em que assentam.01Roadmap por vagas02Opções e registos de decisão03Objetivos e situação atual
  1. 01Revisões da situação atual que tornam visíveis a dívida técnica e o risco
  2. 02Opções comparadas por valor, viabilidade, risco e custo total, registadas como ADR
  3. 03Roadmaps ordenados por dependências e valor para o negócio, com acompanhamento da execução

01 Problemas

Quando as equipas pedem uma segunda opinião

  1. 01

    Aproxima-se uma grande decisão e todas as opções parecem razoáveis

    Plataforma, desenvolver ou comprar, que cloud, que fornecedor. Cada opção tem um defensor, e ninguém as comparou nos mesmos termos.

  2. 02

    Vinte ideias de IA, nenhum portefólio

    Os departamentos propõem casos de uso. Ninguém os ordenou por valor, viabilidade e risco, nem verificou quais caem nas categorias mais exigentes do Regulamento da IA.

  3. 03

    O programa está atrasado e ninguém sabe dizer porquê

    Os relatórios de estado estão a verde, os marcos derrapam e a comissão de acompanhamento quer uma visão independente.

  4. 04

    Vem aí um procedimento de contratação e o caderno de encargos não está pronto

    A organização sabe o que precisa em termos de negócio, mas não sabe como o especificar para que o mercado possa responder bem.

02 O que entregamos

O que entregamos

  1. 01 Avaliação de arquitetura

    Uma revisão estruturada do panorama atual: aplicações, dados, integrações, infraestrutura e contratos. A dívida técnica fica visível e ordenada num registo de riscos. Usamos ArchiMate e TOGAF quando a sua organização os usa.

    O que fazemos

    • Entrevistas a arquitetos, responsáveis e equipas de operação
    • Inventário de aplicações e integrações
    • Avaliação da dívida técnica e do risco
    • Revisão de custos e contratos

    O que recebe

    • Arquitetura da situação atual
    • Registo de riscos com responsáveis
    • Conclusões apresentadas a quem decide
  2. 02 Preparação para a IA e portefólio de casos de uso

    Um portefólio ordenado de casos de uso de IA, pontuados por valor, viabilidade e risco, com uma primeira classificação nos termos do Regulamento da IA da União Europeia e uma visão de desenvolver, comprar ou recorrer a um parceiro para cada um.

    O que fazemos

    • Recolha de casos de uso em todos os departamentos
    • Pontuação por valor, maturidade dos dados e risco
    • Primeira classificação de cada caso de uso segundo o Regulamento da IA
    • Análise de desenvolver, comprar ou recorrer a um parceiro

    O que recebe

    • Portefólio de casos de uso priorizado
    • Três primeiros casos de uso prontos a arrancar
    • Pré-requisitos de dados e de plataforma
  3. 03 Arquitetura-alvo e roadmap

    Escolhas de plataforma entre Salesforce, SAP, Odoo e software à medida, ordenadas em vagas com as suas dependências, o custo total de propriedade e as mudanças organizacionais que cada vaga exige.

    O que fazemos

    • Mapa de capacidades e princípios-alvo
    • Análise de opções por domínio
    • Custo total de propriedade ao longo de vários anos
    • Planeamento das vagas com as dependências

    O que recebe

    • Arquitetura-alvo
    • Roadmap por vagas
    • Contributos para o business case de cada vaga
  4. 04 Soberania e estratégia de cloud

    Análise da dependência de fornecedores, decisões sobre a localização dos dados e planos de saída, para que as suas escolhas de cloud e SaaS continuem reversíveis onde isso importa.

    O que fazemos

    • Análise das dependências técnicas e contratuais face aos fornecedores
    • Classificação dos dados e opções de localização
    • Estimativa dos custos de saída
    • Cláusulas contratuais a rever com as compras

    O que recebe

    • Posição de soberania por classe de dados
    • Planos de saída para os serviços críticos
    • Documento de estratégia de cloud
  5. 05 Apoio à contratação pública

    Consulta preliminar ao mercado, especificações funcionais e critérios de adjudicação. Somos transparentes quanto às regras de participação prévia: nos termos do artigo 41.º da Diretiva 2014/24/UE, preparar um procedimento pode afetar a possibilidade de concorrermos depois, e acordamos isso desde o início.

    O que fazemos

    • Análise de necessidades e consulta preliminar ao mercado
    • Especificações funcionais e não funcionais
    • Critérios de adjudicação e modelos de avaliação
    • Apoio aos esclarecimentos durante o procedimento

    O que recebe

    • Caderno de encargos pronto a publicar
    • Modelo de avaliação das propostas
    • Acordo escrito sobre a participação posterior
  6. 06 Registos de decisão e acompanhamento da execução

    Registos de decisões de arquitetura, comités de arquitetura e revisões independentes dos programas em curso, para que as decisões sejam rastreáveis e os riscos surjam cedo.

    O que fazemos

    • Prática e modelos de ADR
    • Criação e dinamização de um comité de arquitetura
    • Revisões periódicas de acompanhamento
    • Diagnóstico de programas em dificuldade

    O que recebe

    • Registo de decisões em uso
    • Regulamento do comité de arquitetura
    • Relatórios de acompanhamento com recomendações

03 Arquitetura

Como se constrói uma decisão

O nosso trabalho de consultoria segue uma linha: dos seus objetivos e da situação atual, passando por opções avaliadas segundo critérios acordados, até registos de decisão aprovados pelo seu comité de arquitetura e, a partir daí, uma arquitetura-alvo e um roadmap por vagas.

Por baixo de cada passo estão as restrições: soberania e saída, classificação segundo o Regulamento da IA, regras de contratação pública e a capacidade das suas próprias equipas.

Camadas do desenho

Compreender
Objetivos e restrições do negócio, o panorama atual e os seus riscos.
Decidir
Critérios, opções, o comité de arquitetura e os registos de decisões de arquitetura.
Planear
Arquitetura-alvo, roadmap por vagas e acompanhamento durante a execução.
Exemplo ilustrativo
  1. Compreender

    • Objetivos e restrições do negócio
    • Revisão da situação atual
    • Registo de riscos
  2. Decidir

    • Critérios: valor, risco, custo
    • Opções
    • Comité de arquitetura
    • Registos de decisão
  3. Planear

    • Arquitetura-alvo
    • Roadmap por vagas
    • Acompanhamento da execução
  4. Restrições

    • Restrições: soberania e saída, classificação segundo o Regulamento da IA, regras de contratação pública
Dos objetivos ao roadmap através de decisões registadas

Método ilustrativo, não corresponde a um projeto de um cliente.

Ler o diagrama em texto

O percurso principal vai dos objetivos e restrições do negócio a uma revisão da situação atual, depois às opções, depois aos registos de decisões de arquitetura, depois à arquitetura-alvo e, por fim, a um roadmap por vagas.

A revisão da situação atual produz um registo de riscos. Critérios acordados de valor, viabilidade, risco e custo total moldam as opções. O comité de arquitetura, onde os seus arquitetos decidem, aprova os registos de decisão. As revisões de acompanhamento da execução seguem o roadmap.

Uma faixa de restrições, em baixo, abrange a soberania e a saída, a classificação segundo o Regulamento da IA e as regras de contratação pública.

04 Considerações e limites

Considerações e limites

  • Independência

    Como o tratamos

    Também construímos e operamos sistemas, incluindo em Salesforce, SAP e Odoo. No trabalho de consultoria comparamos as opções segundo critérios acordados consigo antes de olharmos para fornecedores, e documentamos porque é que cada opção teve a pontuação que teve.

    Limites e dependências

    Se a sua organização precisar de aconselhamento de uma parte que não vá executar depois, diga-nos. Acordamos isso desde o início, ou recomendamos que escolha uma empresa apenas de consultoria.

  • Regulação e direito

    Como o tratamos

    Trazemos para as decisões de arquitetura um conhecimento prático do Regulamento da IA, do RGPD, do Regime Jurídico da Cibersegurança e do Código dos Contratos Públicos.

    Limites e dependências

    Não prestamos aconselhamento jurídico. As classificações e interpretações são contributos para os seus assessores jurídicos, que fazem a avaliação jurídica.

  • Os roadmaps encontram a realidade

    Como o tratamos

    Os roadmaps são ordenados por dependências e capacidade, e revistos no fim de cada vaga.

    Limites e dependências

    Nenhum roadmap sobrevive sem mudanças. O seu valor está nas decisões que torna explícitas, e é por isso que o mantemos vivo através de revisões de acompanhamento em vez de o entregarmos como um documento.

05 Como trabalhamos

Como trabalhamos

Curto, estruturado e baseado em evidências, com os seus arquitetos na sala.

  1. 01

    Acordar a pergunta

    O que tem de ser decidido, por quem, até quando e que critérios contam.

    ResultadoFicha de decisão

  2. 02

    Reunir evidências

    Entrevistas, documentos, dados dos sistemas e valores de custo, o suficiente para apoiar a decisão e não mais.

    ResultadoBase de evidências e visão da situação atual

  3. 03

    Comparar opções

    Duas a quatro opções realistas pontuadas segundo os critérios acordados, com riscos e custos.

    ResultadoAnálise de opções

  4. 04

    Decidir e registar

    O seu comité de arquitetura decide; nós escrevemos o registo de decisão e o roadmap que dele decorre.

    ResultadoRegistos de decisão e roadmap

  5. 05

    Acompanhar a execução

    Revisões periódicas que verificam se a execução continua de acordo com as decisões e assinalam quando uma decisão deve ser revista.

    ResultadoRelatórios de acompanhamento

06 Controlo humano

Quem decide

Nós aconselhamos. As decisões ficam com quem responde por elas.

  • O seu comité de arquitetura aprova

    Cada registo de decisão de arquitetura é aprovado pelo seu comité de arquitetura ou pelo responsável que indicar, nunca apenas por nós.

  • Os critérios vêm antes das opções

    Os critérios de pontuação e os respetivos pesos são acordados antes de as opções serem pontuadas, para que o resultado não possa ser ajustado depois.

  • As divergências ficam registadas

    Quando as partes interessadas discordam, o registo de decisão mostra as alternativas e as razões por que não foram escolhidas.

07 Exemplo

Um exemplo ilustrativo

Exemplo ilustrativo

Uma direção de ERP para um grupo industrial com empresas em Portugal e em Espanha

01Situação
Depois de várias aquisições, um grupo industrial familiar usa três ERP diferentes nas suas empresas em Portugal e em Espanha. Cada empresa quer manter o seu; a administração quer uma visão única das finanças e da cadeia de abastecimento.
02O que construiríamos
Uma análise de opções que compara um ERP único para o grupo, um modelo em dois níveis com um núcleo de grupo e sistemas locais mais leves, e apenas integração, cada uma com custos, riscos e um roadmap por vagas.
03Onde as pessoas decidem
O comité de arquitetura do grupo define os critérios e toma a decisão; os responsáveis de cada empresa avaliam o impacto na sua operação antes da aprovação.
04O que mediríamos
Custo total de propriedade no horizonte de planeamento, tempo até ao fecho mensal consolidado e número de interfaces a manter.

08 Por setor

No seu setor

  • Arquiteturas-alvo para serviços públicos digitais, cadernos de encargos e roadmaps alinhados com o Decreto-Lei n.º 49/2024 e com a interoperabilidade europeia. Saiba mais sobre o nosso trabalho para a administração pública.

  • Decisões de arquitetura documentadas para os supervisores, com o risco dos terceiros prestadores de serviços de TIC e as estratégias de saída incluídos desde o início.

  • Panoramas de ERP e de sistemas fabris racionalizados entre unidades, com um roadmap que respeita os calendários de produção.

Portugal

Decisões que resistem em várias jurisdições

As decisões de arquitetura de uma organização portuguesa com atividade na Europa são testadas contra várias regras ao mesmo tempo: o Regulamento da IA e a Diretiva NIS2 ao nível da UE, a transposição nacional, como o Regime Jurídico da Cibersegurança (Decreto-Lei n.º 125/2025), e a contratação pública segundo o Código dos Contratos Públicos. Para as entidades públicas, o Regulamento Europa Interoperável espera ainda que a interoperabilidade transfronteiriça seja avaliada antes de se fixarem requisitos vinculativos.

Tornamos essas restrições critérios explícitos em cada análise de opções e registamos como cada decisão as cumpre, para que o mesmo raciocínio possa ser apresentado a uma administração, a um auditor ou a um supervisor em qualquer dos países envolvidos.

Perguntas sobre arquitetura e consultoria

Quanto tempo demora uma avaliação de arquitetura?

Depende do âmbito. Uma revisão focada num domínio ou numa decisão é uma questão de semanas; uma revisão de todo o panorama demora mais. Acordamos o âmbito, as perguntas e o calendário na ficha de decisão antes de começarmos.

Podem ser independentes se também executam?

Tornamos o nosso raciocínio transparente: critérios acordados antes das opções, pontuações documentadas, alternativas registadas. Se a sua organização precisar de uma separação total entre consultoria e execução, acordamos desde o início que não concorremos à execução, ou recomendamos que escolha outro consultor.

Favorecem Salesforce, SAP ou Odoo?

Somos parceiros das três (Salesforce Summit Partner, SAP Gold Partner, Odoo Gold Partner) e também desenvolvemos software à medida, por isso não temos uma plataforma única para vender. Cada uma serve situações diferentes, e por vezes a resposta certa combina-as, por exemplo SAP ao nível do grupo e Odoo nas empresas mais pequenas do grupo.

Podem ajudar a preparar um procedimento de contratação e depois concorrer?

Talvez, mas não automaticamente. A Diretiva 2014/24/UE só admite a participação prévia quando a entidade adjudicante garante que a concorrência não é falseada, por exemplo partilhando a informação que produzimos. Em Portugal, o procedimento rege-se pelo Código dos Contratos Públicos. Falamos disto abertamente antes de começarmos, e é a entidade adjudicante que decide.

Por onde devemos começar com a IA?

Por um portefólio, não por um piloto isolado: recolher os casos de uso candidatos, pontuá-los por valor, maturidade dos dados e risco, e começar por dois ou três que sejam valiosos, viáveis e com risco suficientemente baixo para aprender com eles. As nossas equipas de Engenharia de IA e IA generativa constroem-nos depois, com a avaliação montada antes da primeira versão.

Com quem vamos trabalhar?

Com arquitetos seniores com experiência de execução, apoiados por especialistas quando uma questão o exige: segurança, dados, IA ou uma plataforma específica. Ao todo, somos mais de 2400 pessoas.

Diga-nos que decisão tem em cima da mesa

Propomos como enquadrá-la, que evidências exige e quanto tempo levaria uma resposta sólida.