Saltar para o conteúdo principal
FromNine
Menu

Operações integradas

Cada encomenda numa única cronologia, da receção à fatura paga.

Os processos order to cash, procure to pay e do pedido de serviço à fatura atravessam ERP, CRM, comércio eletrónico, armazém, transporte e sistemas financeiros. Ligamo-los com APIs e eventos documentados, damos a cada encomenda um único estado em todos esses sistemas e enviamos cada exceção a um agente que prepara uma resolução para uma pessoa aprovar.

Para organizações que vendem, compram e faturam em Portugal e noutros Estados-Membros da UE, cada um com os seus sistemas, transportadores e regras de faturação eletrónica.

Utilizadores típicos
  • Gestão de encomendas e apoio ao cliente
  • Planeamento e logística
  • Contas a pagar e a receber
  • Integração e operações de TI
Fluxo de trabalho ilustrativo
  1. 01Registar o evento uma vezSistema
  2. 02Distribuir por APIs e eventosSistema
  3. 03Uma cronologia por encomendaSistema
  4. 04Reunir o contexto e proporAgente de IA
  5. 05Aprovar dentro dos limitesPessoa
  6. 06Faturar, conciliar e liquidarSistema
  7. 07Rever o fluxo e corrigir as causasPessoa
Uma encomenda, uma nota de encomenda a fornecedor ou um pedido de serviço é registado uma única vez no seu sistema de referência e distribuído aos outros sistemas através de APIs e eventos documentados. Os eventos de estado constroem uma cronologia por encomenda. Quando um passo falha ou sai da tolerância, um agente reúne o contexto e propõe uma resolução, que uma pessoa aprova antes de ser executada no sistema de referência. As faturas são trocadas e conciliadas como faturas eletrónicas estruturadas, e os responsáveis pelos processos reveem o fluxo e o estado das interfaces.

Antes e depois

O que muda nas operações do dia a dia

  1. Hoje

    Hoje: Introduzido de novo a cada passagem

    Uma encomenda feita na loja online ou pela equipa comercial é escrita outra vez no ERP, e os dados de entrega e de faturação são copiados à mão para os sistemas de armazém, de transporte e financeiros.

    Com o sistema

    Com o sistema: Introduzido uma vez, usado em todo o lado

    Cada encomenda, entrega e fatura é criada no sistema que é responsável por ela e publicada como evento. Os outros sistemas subscrevem esse evento em vez de o voltarem a escrever.

  2. Hoje

    Hoje: O estado de ontem

    Com interfaces noturnas em lote, o apoio ao cliente, o planeamento e as finanças veem cada um um estado diferente e desatualizado da mesma encomenda. Um cliente que pergunta onde está uma entrega fica à espera de que lhe liguem de volta.

    Com o sistema

    Com o sistema: Um único estado atual

    Cada encomenda ou pedido tem uma cronologia construída a partir dos eventos de todos os sistemas por onde passa. O apoio ao cliente, o planeamento e as finanças olham para os mesmos factos, e o mesmo pode fazer um assistente de atendimento que responde a perguntas sobre o estado.

  3. Hoje

    Hoje: Exceções tratadas por e-mail

    Faltas de stock, diferenças de preço, entregas falhadas e faturas eletrónicas rejeitadas são resolvidas por e-mail e em folhas de cálculo, e ninguém sabe dizer depois quem decidiu o quê.

    Com o sistema

    Com o sistema: As exceções chegam com uma proposta

    Um agente reúne os dados por trás de cada exceção e propõe uma resolução. Uma pessoa aprova, edita ou rejeita a proposta num único painel de exceções, e a decisão fica registada.

  4. Hoje

    Hoje: Dados mestre que não coincidem

    O mesmo cliente, fornecedor, produto ou preço existe em vários sistemas com valores diferentes, e ninguém é responsável por saber qual está certo.

    Com o sistema

    Com o sistema: Um responsável por cada objeto de dados

    Clientes, fornecedores, produtos e preços têm cada um um sistema de referência acordado e um responsável identificado. Os duplicados e os conflitos são comunicados a esse responsável, e não corrigidos em silêncio mais à frente.

  5. Hoje

    Hoje: Cada mudança acrescenta uma interface

    Um novo canal de venda, um marketplace ou uma nova empresa do grupo significam mais uma ligação ponto a ponto. As obrigações nacionais de faturação eletrónica acrescentam ainda um formato estruturado e uma rede a cada processo.

    Com o sistema

    Com o sistema: As novas ligações reutilizam os mesmos contratos

    Um novo canal, uma nova empresa ou uma nova rede de faturação eletrónica ligam-se uma única vez a APIs e eventos documentados, em vez de a cada sistema separadamente.

Fluxo de trabalho

Como funciona o fluxo de trabalho

Quando os dados estão limpos, o percurso principal não precisa de trabalho manual. Quando uma encomenda, uma entrega ou uma fatura se desvia, o ciclo de exceção leva-a a uma pessoa com a evidência e uma proposta, e a correção aprovada volta a passar pela mesma camada de integração.

Fluxo de trabalho ilustrativo

7 passos · 1 ponto de controlo humano

PASSO FALHADO OU FORA DA TOLERÂNCIA01SISTEMARegistar o evento uma vez02SISTEMADistribuir por APIs e eventos03SISTEMAUma cronologia por encomenda04AGENTE DE IAReunir o contexto e propor05PESSOAAprovar dentro dos limitesPONTO DE CONTROLO HUMANO06SISTEMAFaturar, conciliar e liquidar07PESSOARever o fluxo e corrigir ascausas

Legenda

  • Sistema
  • Agente de IA
  • Pessoa
  • Ponto de controlo humano
  • Via de exceção

Operações integradas: fluxo ilustrativo com ciclo de exceção

Ler o diagrama em texto

O percurso principal vai do registo de um evento de negócio uma única vez no seu sistema de referência, passando pela sua distribuição aos outros sistemas por APIs e eventos e pela construção de uma cronologia por encomenda, até à faturação, conciliação e liquidação. Termina com os responsáveis pelos processos a rever o fluxo e a corrigir as causas das exceções.

Quando um passo falha, se atrasa ou sai da tolerância, a exceção sai do percurso principal depois do passo da cronologia. Um agente reúne o contexto e propõe uma resolução, e uma pessoa aprova, edita ou rejeita a proposta. A ação aprovada é executada no sistema de referência e regressa ao passo de distribuição como um novo evento.

O passo de aprovação é o ponto de controlo humano: nenhum movimento financeiro, alteração de preço ou de limite de crédito, nem compromisso com um cliente, é feito sem uma pessoa.

  1. Passo 1: Registar o evento uma vezSistema

    Uma encomenda de cliente vinda da loja online, de um marketplace, de EDI ou da equipa comercial, uma nota de encomenda a fornecedor ou um pedido de serviço é criado no sistema responsável por ele. Esse sistema publica um evento de negócio num envelope CloudEvents, descrito num contrato AsyncAPI. As encomendas em papel e em PDF e as faturas de fornecedores passam primeiro pelo processamento inteligente de documentos.

  2. Passo 2: Distribuir por APIs e eventosSistema

    A camada de integração entrega o evento aos sistemas de armazém, de transporte, financeiros e de CRM através das respetivas APIs documentadas (OpenAPI). Os consumidores são idempotentes, para que uma mensagem repetida nunca crie uma segunda expedição ou fatura, e as mensagens que não podem ser entregues aguardam numa fila de erros até serem reenviadas.

  3. Passo 3: Uma cronologia por encomendaSistema

    Os eventos de estado de todos os sistemas (confirmada, preparada, expedida, entregue, faturada, paga) são correlacionados pela referência de negócio numa única cronologia. Regras de marcos e de tolerância geram uma exceção quando um passo falha, se atrasa ou não coincide: uma falta de stock, um preço fora da tolerância acordada, uma entrega falhada, uma fatura eletrónica rejeitada.

  4. Passo 4: Reunir o contexto e proporAgente de IA

    Para cada exceção, um agente lê o que precisa nos sistemas envolvidos: a encomenda, os níveis de stock, o acordo de preços, o estado do transportador e as condições do cliente. Propõe uma resolução com o seu raciocínio e os dados que usou, como um artigo alternativo, um preço corrigido, uma nova data de entrega ou uma fatura corrigida.

    Via de exceção: Passo falhado ou fora da tolerância

  5. Passo 5: Aprovar dentro dos limitesPessoa

    Um trabalhador do apoio ao cliente, da logística ou das finanças vê a exceção, a evidência e a proposta no painel de exceções, e aprova, edita ou rejeita. A ação aprovada é executada através da API do sistema de referência, que publica a alteração como um novo evento.

    Via de exceção: Passo falhado ou fora da tolerância· Regressa ao passo 2

    Ponto de controlo humano

    Os agentes nunca lançam movimentos financeiros, alteram preços ou limites de crédito, nem assumem compromissos com clientes sem aprovação. Os limites por tipo de ação definem quem aprova, e cada proposta e cada decisão ficam registadas.

  6. Passo 6: Faturar, conciliar e liquidarSistema

    As faturas emitidas saem do ERP como faturas eletrónicas estruturadas (Peppol BIS Billing 3.0, EN 16931, ou CIUS-PT nas faturas a entidades públicas portuguesas) através de um ponto de acesso. As faturas de fornecedores recebidas são conciliadas com as notas de encomenda e as receções de mercadoria, e o estado do pagamento vindo do banco ou do prestador de pagamentos fecha a cronologia.

  7. Passo 7: Rever o fluxo e corrigir as causasPessoa

    Os responsáveis pelos processos e a equipa de integração reveem, com uma cadência fixa, as exceções por motivo, as falhas de interface e os conflitos de dados mestre. Corrigem a causa onde ela está, num registo de dados mestre, numa regra de tolerância ou num mapeamento, em vez de voltarem a resolver a mesma exceção.

Componentes

O que construiríamos

  1. Camada de integração orientada por eventos

    APIs e eventos definidos primeiro por contrato entre ERP, CRM, comércio eletrónico, armazém, transporte e finanças, especificados em OpenAPI e AsyncAPI com envelopes CloudEvents, na sua plataforma de integração atual ou construídos de raiz na cloud.

    Assegurado porIntegrações e APIs

  2. Alinhamento dos dados mestre

    Um sistema de referência e um responsável acordados por objeto de dados, regras de correspondência para clientes, fornecedores e produtos, e relatórios de duplicados e conflitos para as pessoas responsáveis por eles.

    Assegurado porDados e analítica

  3. Cronologia dos processos e painéis de fluxo

    Um serviço que correlaciona os eventos numa cronologia por encomenda ou pedido, aplica regras de marcos e de tolerância e mostra o fluxo e as exceções aos responsáveis pelos processos.

    Assegurado porSoftware empresarial e SaaS

  4. Painel de exceções com um agente que propõe

    Uma fila de exceções que mostra o contexto reunido e a proposta do agente, com as ações aprovar, editar e rejeitar e limites de aprovação aplicados por tipo de ação no ponto onde a ação é executada.

    Assegurado porAgentes de IA e automação

  5. Faturação eletrónica estruturada

    Faturas Peppol BIS Billing 3.0 e EN 16931 em UBL, enviadas e recebidas através de um ponto de acesso e validadas antes do envio, com as faturas rejeitadas encaminhadas para o painel de exceções.

    Assegurado porIntegrações e APIs

  6. Operação das interfaces

    Monitorização e alertas por interface, manuais de operação para a equipa de operações e reenvio controlado das mensagens falhadas, implementados com infraestrutura como código no seu ambiente de cloud.

    Assegurado porEngenharia de cloud e plataformas

Integrações

Entradas e integrações

Entradas e canais

  • Encomendas da loja online e de marketplaces
  • EDI e outras mensagens de encomenda B2B
  • Notas de encomenda e confirmações de fornecedores
  • Pedidos de serviço e relatórios de intervenção no terreno
  • Seguimento e eventos de entrega dos transportadores
  • Faturas eletrónicas Peppol e respostas de estado
  • Extratos bancários e avisos de pagamento

Núcleo da solução

Operações integradas

Sistemas com que trabalha

  • SAP S/4HANA, vendas, compras e finançasPlataformaSAP
  • Salesforce Sales, Service e Commerce CloudPlataformaSalesforce
  • Odoo, vendas, inventário, compras e contabilidadePlataformaOdoo
  • Plataformas de comércio eletrónico, marketplaces e APIs de transportadores
  • Sistemas de gestão de armazém e de transporte
  • Ponto de acesso Peppol, bancos e prestadores de pagamentos
  • Gestão de informação de produto e plataforma de dados

Controlos

Controlos previstos desde o desenho

Limites de acesso

Cada integração e o agente funcionam com a sua própria identidade de serviço em cada sistema, limitada às operações de API de que precisam. O agente pode ler em vários sistemas para reunir contexto, mas só pode escrever através de uma lista curta de ações aprovadas, executadas pela API do sistema de referência e nunca por acesso direto à base de dados.

Revisão humana

Os limites de aprovação são definidos por tipo de ação com o responsável pelo processo: o que o agente só pode propor, o que um membro da equipa aprova e o que precisa de um segundo aprovador. Os movimentos financeiros, as alterações de preços e de limites de crédito e os compromissos com clientes aguardam sempre uma pessoa. Ações de baixo impacto e reversíveis, como reenviar uma mensagem falhada, podem correr sem aprovação se o responsável concordar.

Auditabilidade

Cada evento, proposta, aprovação, rejeição e ação executada fica registado com a referência da encomenda ou do pedido, com os dados que o agente usou, a versão do modelo e do prompt e quem aprovou. Uma fatura contestada ou uma reclamação de um cliente pode ser seguida passo a passo.

Proteção de dados

Os dados de contacto de clientes e fornecedores só seguem para os sistemas que precisam deles. A cronologia guarda referências de negócio e estados, e não registos completos, e os registos seguem o prazo de conservação que definir. O tratamento fica na região acordada.

Transparência da IA

As propostas do agente aparecem assinaladas como tal no painel de exceções, com a evidência e o raciocínio ao lado. Os sistemas de referência continuam a fazer fé: a cronologia mostra o que eles reportam e nunca se lhes sobrepõe.

Indicadores

O que mediríamos

Acordamos estes indicadores consigo na fase de descoberta e retiramos a linha de base dos registos atuais dos seus sistemas e interfaces antes de qualquer alteração.

O que mediríamos
IndicadorPorque é importanteComo o mediríamos
Tempo de ciclo da encomendaPorque é importanteO indicador que os clientes notam primeiro, e o que mostra onde as encomendas ficam à espera.Como o mediríamosTempo entre a receção da encomenda e a entrega e o pagamento, por canal e por empresa, a partir dos eventos da cronologia.
Encomendas sem intervenção manualPorque é importanteMostra que parte do fluxo corre com dados limpos e regras acordadas.Como o mediríamosPercentagem de encomendas e pedidos que chegam à liquidação sem qualquer passo manual nem exceção, a partir da cronologia.
Exceções por motivo e tempo de resoluçãoPorque é importanteIndica que causas corrigir primeiro e se o painel de exceções acompanha o volume.Como o mediríamosVolume de exceções por código de motivo, e tempo entre a deteção e a resolução executada, a partir dos registos do painel de exceções.
Taxa de rejeição de faturas eletrónicasPorque é importanteAs faturas rejeitadas atrasam o pagamento e costumam apontar para erros de dados mestre ou de mapeamento.Como o mediríamosPercentagem de faturas eletrónicas enviadas e recebidas que foram rejeitadas, por motivo, a partir das respostas do ponto de acesso.
Falhas de interface e tempo de recuperaçãoPorque é importanteMostra se a camada de integração é fiável e se as falhas são detetadas e corrigidas depressa.Como o mediríamosMensagens falhadas por interface, e tempo entre a falha e o reenvio bem-sucedido, a partir da monitorização da integração.
Duplicados e conflitos nos dados mestrePorque é importanteA maioria das exceções tem origem em dados que diferem entre sistemas.Como o mediríamosDuplicados e valores em conflito em aberto por objeto de dados e por sistema, a partir dos relatórios de correspondência.

Não fixamos metas antes de existir uma linha de base.

Implementação

Como o poríamos em produção

  1. Fase 01

    Descoberta e mapa do processo

    Um processo, como o order to cash de um canal de venda, e um tipo de exceção. Mapeamos os sistemas, as interfaces, os responsáveis pelos dados e a forma como as exceções são tratadas hoje.

    Critérios de saída

    • Processo, sistemas e responsáveis pelos dados mapeados
    • Primeiro tipo de exceção e limites de aprovação acordados
    • Linha de base retirada dos registos atuais
  2. Fase 02

    Integração e cronologia

    APIs e eventos documentados para os sistemas abrangidos, e a cronologia a funcionar ao lado das interfaces existentes, sem as alterar.

    Critérios de saída

    • Contratos de eventos publicados e versionados
    • A cronologia coincide com os sistemas de referência numa amostra de encomendas
    • Reenvio e manuais de operação testados
  3. Fase 03

    Piloto do painel de exceções

    O agente propõe resoluções para o tipo de exceção escolhido e as pessoas aprovam todas as propostas. Comparamos as propostas com o que as equipas teriam feito.

    Critérios de saída

    • A qualidade das propostas cumpre os critérios acordados
    • Limites e aprovadores definidos por tipo de ação
    • Trilho de auditoria revisto pelas finanças e pelo controlo interno
  4. Fase 04

    Alargar e desativar

    Mais tipos de exceção, canais, empresas e processos, como o procure to pay, todos sobre os mesmos contratos. As antigas interfaces ponto a ponto são desligadas uma a uma.

    Critérios de saída

    • Cada novo fluxo sobre os mesmos contratos e a mesma monitorização
    • Interfaces substituídas desativadas
    • Responsabilidade transferida para a sua equipa

Onde se aplica

  • Indústria transformadora

    Encomendas por medida e de peças de substituição, do ERP ao armazém e aos transportadores, com as confirmações e as faturas eletrónicas dos fornecedores conciliadas com as notas de encomenda.

  • Energia e utilities

    Pedidos de ligação e de intervenção num serviço de águas, acompanhados desde a ordem de trabalho até à visita no terreno e à fatura, e materiais comprados ao abrigo de contratos de fornecimento.

  • Transportes e mobilidade

    Ordens de transporte de um transitário, da reserva à entrega e à fatura, com os eventos dos transportadores e dos armazéns numa única cronologia.

  • Administração pública

    Da compra ao pagamento com faturas eletrónicas estruturadas (CIUS-PT) recebidas pelas entidades públicas, conciliadas com as encomendas e as receções antes do pagamento.

Exemplo ilustrativo

Um exportador de vinho com clientes em vários países

Situação
Um exportador de vinho vende a distribuidores em Portugal e em vários mercados da UE, por uma loja online, por um marketplace e pela equipa comercial, a partir de um armazém próprio. As encomendas são escritas outra vez no ERP, os transportadores comunicam problemas de entrega por e-mail e cada mercado pede as faturas à sua maneira.
Sistema
Encomendas, stock, expedições e faturas circulam como eventos entre a loja online, o ERP, o sistema de armazém e os transportadores, e cada encomenda tem uma cronologia única. As faturas saem como faturas eletrónicas estruturadas por um único ponto de acesso, na rede e no formato que cada cliente ou mercado exige.
Controlo humano
As faltas de stock e as entregas falhadas chegam a um único painel de exceções, onde um agente propõe uma colheita alternativa ou uma nova data de entrega. O apoio ao cliente aprova cada proposta; as alterações de preço e as notas de crédito precisam da aprovação das finanças.
O que mediríamos
Percentagem de encomendas sem intervenção manual por mercado e por canal, exceções por motivo e tempo de resolução, e taxa de rejeição de faturas eletrónicas por mercado.

Portugal

Um processo, vários países e obrigações

As empresas portuguesas que exportam para Espanha e para o resto da UE correm muitas vezes os mesmos processos order to cash e procure to pay em instâncias de ERP, transportadores e bancos diferentes. Desenhamos uma única camada de integração com o formato e a rede de cada país por trás dos mesmos eventos, para que uma nova obrigação signifique um novo conector, e não um novo processo.

Nos contratos públicos em Portugal, as grandes empresas emitem faturas eletrónicas desde 1 de janeiro de 2021, e as PME e as microempresas a partir de 1 de janeiro de 2027; um PDF enviado por e-mail não é uma fatura eletrónica. A eSPap emite os requisitos técnicos e funcionais, e o formato é o CIUS-PT, conforme com a norma europeia EN 16931. Na UE, o pacote IVA na era digital (ViDA) torna a faturação eletrónica estruturada a regra nas operações B2B intra-UE a partir de 1 de julho de 2030.

O Regulamento dos Dados, aplicável desde 12 de setembro de 2025, estabelece regras para a mudança entre serviços de tratamento de dados, por isso mantemos portáveis os contratos de eventos e as exportações de dados. Os agentes do painel de exceções são desenhados a pensar no Regulamento da IA, e as integrações incluem acessos registados e componentes documentados para os clientes que têm de demonstrar a segurança da cadeia de abastecimento ao abrigo do Regime Jurídico da Cibersegurança (Decreto-Lei n.º 125/2025).

Perguntas sobre as operações integradas

Precisamos de uma única plataforma para tudo?

Não. O seu ERP, o seu CRM, a sua loja online e o seu sistema de armazém fazem cada um o seu trabalho. Integramos à volta desses sistemas de referência, acordamos que sistema é responsável por que dados e damos ao processo uma única cronologia entre eles. Quando um sistema antigo de encomendas ou um ERP bloqueia a mudança, a modernização de sistemas legados coloca-o primeiro por trás de APIs.

Substituem o nosso middleware de integração?

Não, se ele cumprir a sua função. Construímos sobre a plataforma de integração ou o message broker que já utiliza, e acrescentamos contratos, monitorização e reenvio onde faltarem. Onde não existe nenhum, construímos de raiz na cloud. Saiba mais sobre o nosso trabalho de integração.

Os agentes podem agir sozinhos?

Só dentro dos limites que acordar por tipo de ação, e só em ações de baixo impacto que possam ser revertidas, como reenviar uma mensagem falhada. Os movimentos financeiros, os preços, os limites de crédito e os compromissos com clientes precisam sempre de uma pessoa. Leia onde os agentes de IA precisam de aprovação humana.

Como encaixam as obrigações de faturação eletrónica?

Em Portugal, os fornecedores de entidades públicas emitem faturas eletrónicas nos contratos públicos (artigo 299.º-B do Código dos Contratos Públicos); as PME e as microempresas passam a fazê-lo a partir de 1 de janeiro de 2027, segundo os requisitos da eSPap e no formato CIUS-PT. Noutros Estados-Membros, as obrigações nacionais chegam em datas diferentes, e o pacote IVA na era digital (ViDA) torna a faturação eletrónica estruturada a regra nas operações B2B intra-UE a partir de 1 de julho de 2030. Tratamos a fatura eletrónica como mais um evento do processo: emitida a partir do ERP, enviada por um ponto de acesso e tratada no painel de exceções quando é rejeitada. Consulte o nosso guia sobre a faturação eletrónica e a Peppol.

Como evitam mais uma rede frágil de ligações ponto a ponto?

Os sistemas publicam e consomem eventos e APIs documentados através de uma única camada, e não por ligações diretas entre si. Os contratos são versionados, os consumidores são idempotentes, as mensagens falhadas podem ser reenviadas e cada fluxo tem um responsável identificado. Um novo canal subscreve os eventos existentes em vez de acrescentar uma ligação a cada sistema.

Como é um primeiro âmbito?

Um processo e um tipo de exceção, por exemplo o order to cash de um canal de venda com as faltas de stock como primeira exceção. Serve para provar os eventos, a cronologia e o fluxo de aprovação antes de acrescentar mais. Saiba mais sobre a nossa forma de trabalhar.

Fale-nos dos seus fluxos de encomendas e faturas

Escolha um processo e os países onde corre. Mapeamos consigo os sistemas, as interfaces e as exceções e propomos uma primeira versão que funcione em todas as suas empresas.